E o filme traz um casal gay, uma atriz trans interpretando o imponente Pinhead, o líder dos horripilantes demônios sadomasoquistas, os cenobitas. E memos a sim lacrate, sem cutucar ninguém etc. E é nós cenobitas que tive um leve desaprazer, pôs as vezes tive a sensação que é de fato maquiagem as feridas abertas em seus corpos; e não reais como deveria parecer pra quem assistir, mas nem de longe isso tirou o brilho do filme e nem o pavor que os cenobitas passam ou causa mesmo com sua tranquilidade ou calma.
E o outro foi a protagonista, uma guria muto estranha com um penteado meio anos 80, ou seja, algo bem fora de moda. Não conseguir me apegar a personagem, mas a atriz cumpre bem o papel. A personagem tem um objetivo que é buscar informação sobre o desparecimento de seu irmão. E a trama começa quando ela acha a misteriosa caixa ou cubo Lemarchand. E tem o irmão dela que não gosta muito do rapaz com quem ela fica e com toda razão. E o irmão dela é quem forma um casal gay com um outro rapaz. E a sim esses são os personagens centrais da trama ao lado dos assustadores cenobitas.
Os atores são bons em seus respectivos papeis, mas quem brilha é a atriz trans Jamie Clayton, com seu Pinhead tão assustador quanto o original interpretado pelo ator Doug Bradley. Tem aquela edição de voz imponente, grave, que somando com a ótima atuação de Jamie Clayton, tona o personagem tão bom quanto o original de 1987. Vale destacar bastante a frieza passada por Jamie Clayton além dos diálogos do seu Pinhead. Sou fã do mestre Clive Barker que é um mestre do horror e esse reboot adaptou de forma magistral essa obra do autor. Minha nota para esse filme é 7,5.
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